encino e educacao
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Programa Brasil Alfabetizado
Secretaria Extraordinária de Erradicação do Analfabetismo



Histórico

A determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de abolir o analfabetismo no Brasil expressa uma visão inédita da condução da política educacional em nosso País, calcada no respeito incondicional aos direitos constitucionais e no espírito de igualdade e solidariedade. A partir de agora, o combate ao analfabetismo deixa de ser uma ação rotineira do poder público para assumir a forma de política prioritária de governo, com objetivos e metas preestabelecidos.

O reconhecimento por parte do Governo Federal de que o acesso à educação básica é direito de todos concretizou-se em janeiro de 2003, com a criação, pelo Ministério da Educação (MEC), da Secretaria Extraordinária de Erradicação do Analfabetismo (SEEA/MEC). A secretaria é responsável pela elaboração e execução das políticas públicas destinadas à abolição do analfabetismo, cujas metas e ações estão inscritas no Programa Brasil Alfabetizado.



Construindo Parcerias


O Brasil Alfabetizado tem como marca a mobilização. O programa está unindo Governo e sociedade para promover a inclusão dos milhões de cidadãos brasileiros que não tiveram acesso à educação na idade convencional. Considerando a diversidade brasileira e as inúmeras iniciativas disponíveis no País, as diretrizes que orientam o Brasil Alfabetizado prevêem a instituição de parcerias entre o Governo Federal, estados, municípios, empresas privadas, organizações não-governamentais, organismos internacionais e instituições civis como forma de qualificar, organizar e, sobretudo, potencializar o esforço nacional de combate ao analfabetismo.

A mobilização desses parceiros levou a SEEA a promover uma verdadeira maratona de encontros, consultas, debates e conversações com as mais variadas instituições de todo o País. Seus dirigentes e técnicos estabeleceram canais de diálogo com os estados e municípios, com centenas de movimentos e grupos de educação de jovens e adultos, empresas privadas e instituições - de sindicatos e associações de bairro a movimentos religiosos e organismos internacionais -, todos sinalizando grande receptividade ao Brasil Alfabetizado.


Ação Conjunta

As políticas implementadas pela SEEA não se limitam à transferência de recursos às instituições alfabetizadoras, embora tenham no apoio financeiro uma importante ferramenta de ampliação da capacidade nacional de alfabetizar jovens e adultos.

Os recursos são repassados às instituições conveniadas mediante a aprovação de projetos de alfabetização e do credenciamento no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC). Os termos do convênio estabelecem o repasse de R$ 80,00 por alfabetizador capacitado e mais R$ 15,00/mês por aluno, para a remuneração dos alfabetizadores. E às instituições conveniadas cabe a responsabilidade de manter a infra-estrutura necessária: salas de aula, material didático e pedagógico, entre outros.

Fonte: http://www.mec.gov.br


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